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A Captação do Investimento Directo Chinês em África

Mauro Santos

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28/09/2017 - 02/10/2017


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Detalhes

Ao longo dos últimos anos tem-se vivido uma grande expansão asiática, tendo como principais países emissores de IDE — Investimento Directo Estrangeiro — a China e a Índia. Contudo, neste trabalho só se estudou o primeiro. Durante este último período de crise, desde 2008, tem-se exaltado o modelo económico chinês e todos os seus investimentos, tanto a nível nacional como internacional. Além disso, tem sido notório o facto de as atenções, por parte dos investidores a nível mundial, se voltaram novamente para África, tornando este tema não só do interesse das relações sino-africanas mas também do mundo, quer do ponto de vista da política como da economia internacionais. Diversos autores (detalhados neste trabalho) tentam desvendar a razão do investimento chinês em África e muitos sugerem várias teorias como a necessidade de obter recursos naturais como o carvão, ferro, minérios e o tão vital «ouro negro» – o petróleo. Outros referem meramente o factor económico, como a vastidão do mercado africano. Outros ainda apontam para a necessidade de obtenção de produtos agrícolas de modo a poder assegurar a alimentação do povo chinês. Para este estudo usou-se o modelo econométrico GMM sobre 48 países africanos, no período entre o ano de 2003 e 2008.

Características do Produto

Autor Mauro Santos
Editora Mayamba
N.° da Edição 1
Ano de publicação 2015
Números de Páginas 90
Formato Livro
Língua Português
ISBN 9789897610851
País de origem Angola
Código 40151
Dimensão [cm] 21 x 13,5 x 0,5
Sobre o Autor Mauro Santos nasceu em Portugal – mais concretamente em Braga, em 1986. Filho de mãe Angolana e de pai Português, foi criado e completou os primeiros ciclos de estudos em Angola, local onde reside. Entretanto, fez a sua formação superior em Portugal: a começar pela licenciatura em Relações Internacionais, na Universidade do Minho, a que se seguiu um primeiro mestrado em Economia de Mercados e Políticas Públicas e um segundo em Economia Monetária e Financeira, no ISCTE, em Lisboa. Actualmente trabalha no sector bancário em Angola. Esta obra baseia-se na sua tese que retrata o seu interesse por dois mundos diferentes: Angola e China, e as suas relações comerciais e diplomáticas, tendo depois alargado o seu campo de pesquisa a África em geral (48 países).
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