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A Prece dos Mal Amados

Fragata de Morais

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02/05/2017 - 04/05/2017


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Livro capa mole

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Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola. Nzamba, uma jovem mulher angolana, vê-se arrancada do ambiente familiar e é forçada a viajar para Portugal, uma terra que não conhece. Neste exílio forçado, Nzamba, acompanhada por seu pai, um português retornado, tenta em vão adaptar-se a um realidade, na qual, tal como no país onde foi desterrada, a intolerância, o racismo e a discriminação povoam o seu dia-a–dia. Com o tema da mestiçagem e das raízes como pano de fundo, A Prece dos Mal Amados reflecte sobre o papel da mulher num país que, com a descolonização ainda bem viva na memória, vive hoje uma profunda mudança: Angola.

Características do Produto

Autor Fragata de Morais
Editora Chá de Caxinde
N.° da Edição 1
Ano de publicação 2006
Números de Páginas 342
Formato Livro capa mole
Língua Português
ISBN 972893453X
País de origem Angola
Código 20019
Dimensão [cm] 21 x 13,7 x 2,4
Sobre o Autor Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu no Uíge, em Angola, em 1941. É diplomata de carreira com acategoria de Embaixador (Aposentado). Dos vários cargos que ocupou,destacam-se o de Director de Gabinete da Ministra dos Petróleos, conselheiro e Secretário-Geral do Conselho Nacional de Comunicação Social.Presidente da Comisssão Directiva do da União dos Escritore sAngolanos e Vice- Ministro da Educação e Cultura,no Governo de Unidade e Reconciliação Nacional. Tem vários livros publicados: Como iam as velhas Saber ( Instituto Nacional do Livro e do Disco- INALD); A Seiva (INALD); Inkuna Minha Terra ( União dos Escritores Angolanos- Menção honrosa prémio sonangol de Literatura); Jindunguices (INALD- Prémio Literário Sagrada Esperança); Momento de Ilusão (Campo das Letras); Amor de Perdição (Chá de Caxinde) Antologia Panorâmica de Textos Dramáticos (INALD); A Sonhar se Fez Verdade (INALD). Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu no Uíge, em Angola, em 1941. É diplomata de carreira com acategoria de Embaixador (Aposentado). Dos vários cargos que ocupou,destacam-se o de Director de Gabinete da Ministra dos Petróleos, conselheiro e Secretário-Geral do Conselho Nacional de Comunicação Social.Presidente da Comisssão Directiva do da União dos Escritore sAngolanos e Vice- Ministro da Educação e Cultura,no Governo de Unidade e Reconciliação Nacional. Tem vários livros publicados: Como iam as velhas Saber ( Instituto Nacional do Livro e do Disco- INALD); A Seiva (INALD); Inkuna Minha Terra ( União dos Escritores Angolanos- Menção honrosa prémio sonangol de Literatura); Jindunguices (INALD- Prémio Literário Sagrada Esperança); Momento de Ilusão (Campo das Letras); Amor de Perdição (Chá de Caxinde) Antologia Panorâmica de Textos Dramáticos (INALD); A Sonhar se Fez Verdade (INALD). Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu no Uíge, em Angola, em 1941. É diplomata de carreira com acategoria de Embaixador (Aposentado). Dos vários cargos que ocupou,destacam-se o de Director de Gabinete da Ministra dos Petróleos, conselheiro e Secretário-Geral do Conselho Nacional de Comunicação Social.Presidente da Comisssão Directiva do da União dos Escritore sAngolanos e Vice- Ministro da Educação e Cultura,no Governo de Unidade e Reconciliação Nacional. Tem vários livros publicados: Como iam as velhas Saber ( Instituto Nacional do Livro e do Disco- INALD); A Seiva (INALD); Inkuna Minha Terra ( União dos Escritores Angolanos- Menção honrosa prémio sonangol de Literatura); Jindunguices (INALD- Prémio Literário Sagrada Esperança); Momento de Ilusão (Campo das Letras); Amor de Perdição (Chá de Caxinde) Antologia Panorâmica de Textos Dramáticos (INALD); A Sonhar se Fez Verdade (INALD). Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu no Uíge, em Angola, em 1941. É diplomata de carreira com acategoria de Embaixador (Aposentado). Dos vários cargos que ocupou,destacam-se o de Director de Gabinete da Ministra dos Petróleos, conselheiro e Secretário-Geral do Conselho Nacional de Comunicação Social.Presidente da Comisssão Directiva do da União dos Escritore sAngolanos e Vice- Ministro da Educação e Cultura,no Governo de Unidade e Reconciliação Nacional. Tem vários livros publicados: Como iam as velhas Saber ( Instituto Nacional do Livro e do Disco- INALD); A Seiva (INALD); Inkuna Minha Terra ( União dos Escritores Angolanos- Menção honrosa prémio sonangol de Literatura); Jindunguices (INALD- Prémio Literário Sagrada Esperança); Momento de Ilusão (Campo das Letras); Amor de Perdição (Chá de Caxinde) Antologia Panorâmica de Textos Dramáticos (INALD); A Sonhar se Fez Verdade (INALD). Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu no Uíge, em Angola, em 1941. É diplomata de carreira com acategoria de Embaixador (Aposentado). 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