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Chove na Grande Kitanda

Jacques Arlindo dos Santos

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Disponibilidade: Disponível

9,44 US$

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29/09/2017 - 03/10/2017


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Detalhes

“Chove na Grande Kitanda” é uma obra de grande valor sociológico, bem estruturada, profundamente humana e dramática, que reflecte e identifica com acuidade, realismo e coragem, o actual contexto angolano, em que a degradação da condição humana, provocada por uma guerra recente, pela brutalidade, violência, corrupção ambição e desrespeito pela vida, é bem patente. Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. Mantendo a actualidade, “Chove na Grande Kitanda”, obra empolgante e assumida estará à disposição dos leitores, agora na sua 2.ª edição, continuando a enriquecer o Património Literário Angolano. Luanda, 06 de Julho de 2012 Irene Guerra Marques “Chove na Grande Kitanda” é uma obra de grande valor sociológico, bem estruturada, profundamente humana e dramática, que reflecte e identifica com acuidade, realismo e coragem, o actual contexto angolano, em que a degradação da condição humana, provocada por uma guerra recente, pela brutalidade, violência, corrupção ambição e desrespeito pela vida, é bem patente. Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. Mantendo a actualidade, “Chove na Grande Kitanda”, obra empolgante e assumida estará à disposição dos leitores, agora na sua 2.ª edição, continuando a enriquecer o Património Literário Angolano. Luanda, 06 de Julho de 2012 Irene Guerra Marques “Chove na Grande Kitanda” é uma obra de grande valor sociológico, bem estruturada, profundamente humana e dramática, que reflecte e identifica com acuidade, realismo e coragem, o actual contexto angolano, em que a degradação da condição humana, provocada por uma guerra recente, pela brutalidade, violência, corrupção ambição e desrespeito pela vida, é bem patente. Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. 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Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. Mantendo a actualidade, “Chove na Grande Kitanda”, obra empolgante e assumida estará à disposição dos leitores, agora na sua 2.ª edição, continuando a enriquecer o Património Literário Angolano. Luanda, 06 de Julho de 2012 Irene Guerra Marques “Chove na Grande Kitanda” é uma obra de grande valor sociológico, bem estruturada, profundamente humana e dramática, que reflecte e identifica com acuidade, realismo e coragem, o actual contexto angolano, em que a degradação da condição humana, provocada por uma guerra recente, pela brutalidade, violência, corrupção ambição e desrespeito pela vida, é bem patente. Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. 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Utilizando uma linguagem criativa, espontâneo e comunicativa, Jacques dos Santos descreve com impressionante nitidez uma cidade do Santo Nome dom Bom Deus, o Mercado do “Bairro Fubeiro”, um mundo fantástico, onde se movimentam, gesticulam, gritam compradores e vendedores, quitandeiras, bandidos curandeiros, cegos, mutilados, crianças que cantam cantigas de amor, estendendo a mão, à espera uma nota, de um pão, que lhes mitigue a fome… Uma galeria de personagens bem delineadas e caracterizadas desfilam ao longo da narrativa… De salientar a presença quase ininterrupta da chuva, sob a qual se desenrola todo o conflicto social. Chuva… Lágrimas de pesar… e também lágrimas de esperança num futuro melhor, em que o povo reunido, “ao som do nosso Hino, desfilará na grande parada da Paz, cantará a Honestidade e a justiça para todos!”, como disse o velho Anjo da Matta, ao proferir o seu discurso, na praça pública, antes do início das cerimónias fúnebres de Itwevu e Olavo. Mantendo a actualidade, “Chove na Grande Kitanda”, obra empolgante e assumida estará à disposição dos leitores, agora na sua 2.ª edição, continuando a enriquecer o Património Literário Angolano. Luanda, 06 de Julho de 2012 Irene Guerra Marques

Características do Produto

Autor Jacques Arlindo dos Santos
Editora Chá de Caxinde
N.° da Edição 2
Ano de publicação 2012
Números de Páginas 142
Formato Livro capa mole
Língua Português
ISBN 9789898498168
País de origem Angola
Código 20042
Dimensão [cm] 22,8 x 15 x 0,8
Sobre o Autor JACQUES ARLINDO DOS SANTOS nasceu em CaIulo - Libolo - Kwanza Sul, a 6 de Outubro de 1943. Profissional de seguros na reforma, é Presidente do Conselho Directivo da Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde, desde a sua fundação em 1989. Antigo deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA, é cronista e membro da União dos Escritores Angolanos, tendo sido distinguido com a Comenda da Ordem de Rio Branco, pela Embaixada do Brasil. É autor de: Casseca-Cenas da vida em Calulo, ABC do Bê Ó, Chove na Grande Kitanda, Berta Ynari ou o pretérito imperfeito da vida (Grande Prémio Sonangol de Literatura) e Kasakas & Cardeais. Tem trabalhos inseridos em algumas antologias de contos.
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