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Memórias e Aventuras de um Cabinda em Terras Brasiliensis

Carlos Duarte

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Disponibilidade: Disponível

12,58 US$

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07/12/2016 - 09/12/2016


Sumário

Livro capa mole

Detalhes

É a delirante história de D. Francisco Franque, um nobre Cabinda, aventureiro e Vivaldino, culto e viajado, mercador de escravos e abolicionista, falastrão e desbocado, farrista a qualquer prova. […] E fui mancando, Rua da Carioca acima, até que os primeiros e grossos pingos de chuva me empurraram para uma livraria de livros usado, onde a atendente, um loira de sotaque paulistano, chamada Andréa, de sorriso aberto e cativante, e curiosa leitora de culturas exóticas, me mostrou o setor de livros sobre África em geral, e Angola em particular. Lá, embrulhado em amarelecido papel quebradiço pelo tempo, e atado a antiga fita de cor indefinida e indecifrável, encontrei as memórias de D. Francisco Franque, um nobre negro de Cabinda, culto e viajado, mercador de escravos e aventureiro. […] Algumas raparigas tinham verdadeiro orgulho em compartilhar comigo além dos lençóis, os proventos da atividade laboral a que se dedicavam com empenho; em troca eu afastava decadentes enrabichados, poetas falidos, maus pagadores das roças e canaviais, mão fechadas do comércio e do funcionalismo, marinheiros embriagados e briguentos, cujos vapores etílicos se dissipavam após duas ou três baçulas bem aplicadas, em sequência rápida para não deixar entender direito o que estava acontecendo. É a delirante história de D. Francisco Franque, um nobre Cabinda, aventureiro e Vivaldino, culto e viajado, mercador de escravos e abolicionista, falastrão e desbocado, farrista a qualquer prova. […] E fui mancando, Rua da Carioca acima, até que os primeiros e grossos pingos de chuva me empurraram para uma livraria de livros usado, onde a atendente, um loira de sotaque paulistano, chamada Andréa, de sorriso aberto e cativante, e curiosa leitora de culturas exóticas, me mostrou o setor de livros sobre África em geral, e Angola em particular. Lá, embrulhado em amarelecido papel quebradiço pelo tempo, e atado a antiga fita de cor indefinida e indecifrável, encontrei as memórias de D. Francisco Franque, um nobre negro de Cabinda, culto e viajado, mercador de escravos e aventureiro. […] Algumas raparigas tinham verdadeiro orgulho em compartilhar comigo além dos lençóis, os proventos da atividade laboral a que se dedicavam com empenho; em troca eu afastava decadentes enrabichados, poetas falidos, maus pagadores das roças e canaviais, mão fechadas do comércio e do funcionalismo, marinheiros embriagados e briguentos, cujos vapores etílicos se dissipavam após duas ou três baçulas bem aplicadas, em sequência rápida para não deixar entender direito o que estava acontecendo. É a delirante história de D. Francisco Franque, um nobre Cabinda, aventureiro e Vivaldino, culto e viajado, mercador de escravos e abolicionista, falastrão e desbocado, farrista a qualquer prova. […] E fui mancando, Rua da Carioca acima, até que os primeiros e grossos pingos de chuva me empurraram para uma livraria de livros usado, onde a atendente, um loira de sotaque paulistano, chamada Andréa, de sorriso aberto e cativante, e curiosa leitora de culturas exóticas, me mostrou o setor de livros sobre África em geral, e Angola em particular. Lá, embrulhado em amarelecido papel quebradiço pelo tempo, e atado a antiga fita de cor indefinida e indecifrável, encontrei as memórias de D. Francisco Franque, um nobre negro de Cabinda, culto e viajado, mercador de escravos e aventureiro. 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[…] E fui mancando, Rua da Carioca acima, até que os primeiros e grossos pingos de chuva me empurraram para uma livraria de livros usado, onde a atendente, um loira de sotaque paulistano, chamada Andréa, de sorriso aberto e cativante, e curiosa leitora de culturas exóticas, me mostrou o setor de livros sobre África em geral, e Angola em particular. Lá, embrulhado em amarelecido papel quebradiço pelo tempo, e atado a antiga fita de cor indefinida e indecifrável, encontrei as memórias de D. Francisco Franque, um nobre negro de Cabinda, culto e viajado, mercador de escravos e aventureiro. […] Algumas raparigas tinham verdadeiro orgulho em compartilhar comigo além dos lençóis, os proventos da atividade laboral a que se dedicavam com empenho; em troca eu afastava decadentes enrabichados, poetas falidos, maus pagadores das roças e canaviais, mão fechadas do comércio e do funcionalismo, marinheiros embriagados e briguentos, cujos vapores etílicos se dissipavam após duas ou três baçulas bem aplicadas, em sequência rápida para não deixar entender direito o que estava acontecendo.

Características do Produto

Autor Carlos Duarte
Editora Chá de Caxinde
N.° da Edição 1
Ano de publicação 2012
Números de Páginas 107
Formato Livro capa mole
Língua Português
ISBN 9789898498236
País de origem Angola
Código 20071
Dimensão [cm] 23,7 x 16,8 x 0,7
Peso [kg] 0.3030
Sobre o Autor Carlos Duarte nasceu em Malange, Angola. Criado no Lobito até ser adulto em maturação. Actualmente vive no Brasil.
Categoria Romance » Descobre mais nessa categoria