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Palavra Íntima

Delfina Lopes Teixeira

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Disponibilidade: Disponível

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14/12/2016 - 16/12/2016


Sumário

Livro capa mole

Detalhes

A Caxinde poética é uma iniciativa das Edições Chá de Caxinde, perspectivada para a abertura de um espaço privilegiado da poesia africana, escrita em língua portuguesa. Na Caxinde poética encontrará o Leitor autores e obras de grande nível literário, quer nomes já consagrados, quer extraordinárias revelações, que de imediato vençam a barreira invisível, diáfana; mas extremamente sensível da poesia, que se eterniza sendo-o. Não será o tema, a circunstância, ou a dimensão de cada volume, a directriz determinante da integração dum ou outro autor na Caxinde Poética. Tanto quanto possível será apenas a poesia, na amplitude variável da sua natureza, a conquistar o lugar de cada número sucessivo, na colecção que apresenta ao público mais um título: Poemas Íntimos, de Delfina Lopes Teixeira. Os Editores A Caxinde poética é uma iniciativa das Edições Chá de Caxinde, perspectivada para a abertura de um espaço privilegiado da poesia africana, escrita em língua portuguesa. Na Caxinde poética encontrará o Leitor autores e obras de grande nível literário, quer nomes já consagrados, quer extraordinárias revelações, que de imediato vençam a barreira invisível, diáfana; mas extremamente sensível da poesia, que se eterniza sendo-o. Não será o tema, a circunstância, ou a dimensão de cada volume, a directriz determinante da integração dum ou outro autor na Caxinde Poética. Tanto quanto possível será apenas a poesia, na amplitude variável da sua natureza, a conquistar o lugar de cada número sucessivo, na colecção que apresenta ao público mais um título: Poemas Íntimos, de Delfina Lopes Teixeira. Os Editores

Características do Produto

Autor Delfina Lopes Teixeira
Editora Chá de Caxinde
N.° da Edição 1
Ano de publicação 2008
Números de Páginas 63
Formato Livro capa mole
Língua Português
ISBN 9789728934798
País de origem Angola
Código 20099
Dimensão [cm] 15,8 x 15,8 x 0,5
Peso [kg] 0.1890
Sobre o Autor Delfina Lopes Teixeira, filha de João Lopes Teixeira e de Berta Domingos da Silva, e natural do Golungo-Alto, província do Kuanza-Norte. Autora de "Retalhos de um Pesadelo", decide tentar a poesia, estilo que se lhe afigura mais simples e objectivo para exteriorizar os seus sentimentos, permitindo-lhe mesmo rebuscar no subconsciente pequenas reminiscências dum passado remoto sem a preocupação de datas ou sequência de factos, descrevendo--os sem a necessidade de textos sujeitos a constantes revisões, para além do prazer de fazer algo que sempre a fascinou: "a poesia". O pseudónimo de "Delmaria" traz-lhe à mente a 2.a e última longa viagem à Foz do Cunene, a fim de visitar seu marido Hermínio Escórcio, que lá se encontrava no cumprimento de medidas administrativas impostas pela PIDE/DGS. E é nessa divertida e inesquecível viagem, que o filho mais velho da amiga que a acompanhava, o pequeno Vado, na altura, começa a tratála por Delmaria. Passados que são mais de 30 anos e "fazendo jus" à imaginação fértil do Vado, a autora decide utilizar essa sugestiva e engraçada designação para assinar a sua singela poesia. Delfina Lopes Teixeira, filha de João Lopes Teixeira e de Berta Domingos da Silva, e natural do Golungo-Alto, província do Kuanza-Norte. Autora de "Retalhos de um Pesadelo", decide tentar a poesia, estilo que se lhe afigura mais simples e objectivo para exteriorizar os seus sentimentos, permitindo-lhe mesmo rebuscar no subconsciente pequenas reminiscências dum passado remoto sem a preocupação de datas ou sequência de factos, descrevendo--os sem a necessidade de textos sujeitos a constantes revisões, para além do prazer de fazer algo que sempre a fascinou: "a poesia". O pseudónimo de "Delmaria" traz-lhe à mente a 2.a e última longa viagem à Foz do Cunene, a fim de visitar seu marido Hermínio Escórcio, que lá se encontrava no cumprimento de medidas administrativas impostas pela PIDE/DGS. E é nessa divertida e inesquecível viagem, que o filho mais velho da amiga que a acompanhava, o pequeno Vado, na altura, começa a tratála por Delmaria. Passados que são mais de 30 anos e "fazendo jus" à imaginação fértil do Vado, a autora decide utilizar essa sugestiva e engraçada designação para assinar a sua singela poesia.
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